Minuto Mercado

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24/6/2021

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EXTERIOR POSITIVO EM MEIO A RTI, DIRIGENTES DO BC E DO FED

DÓLAR ABRE A R$ 4.9716. Roberto Campos Neto, presidente do BACEN, e o diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk discursaram sobre o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) do segundo trimestre. Enquanto no mercado externo o olhar se direciona para a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra, indicadores dos EUA, auxílio desemprego e o PIB do primeiro trimestre, e a posição de executivos do Federal Reserve em relação a política monetária deste ano.

Os juros dos Treasuries e os futuros de Nova York tem alta, enquanto o dólar tem queda em vários locais, após a notícia de acordo por pacote de infraestrutura. O andamento da vacinação contra a covid-19 nos EUA está fazendo com que a melhora da economia seja acima do esperado e Eric Rosengren, presidente distrital de Boston do Federal Reserve, prevê a inflação levemente acima de 2% em 2022. Na Europa, em junho, a confiança das empresas fizeram com que as bolsas se animassem. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE) não deve continuar com os planos de aperto da política monetária, mesmo diante da inflação.

A sessão do mercado de juros inicia levando em consideração o RTI, menções de Campos Neto e Kankzuk, e o leilão de LTN, NTN-F e LFT do Tesouro. O dólar segue instável, com propensão a queda diante da fragilidade da moeda americana lá fora e de entradas de fluxo cambial entre a expectativa de alta acima do esperado para a Selic neste ano, manutenção de juros nos EUA e ofertas de ações na B3. Já o tom positivo no exterior deve beneficiar o Ibovespa. No câmbio, o dólar teve uma sessão volátil com a preocupação de um aperto monetário mais cedo nos EUA e o desconforto com o auxílio emergencial. Mas o fluxo não deixou a moeda passar de R$ 4,9800 na máxima. Na mínima, bateu R$ 4,9382 e acabou fechando de lado (-0,07%), cotada a R$ 4,9628. O BC informou o fluxo cambial positivo do mês de U$ 2.316, no acumulado do ano o saldo está U$ 13.207.

As despesas obrigatórias em 2022 devem ter um crescimento de R$ 105,2 bilhões, segundo o governo. E este crescimento impactará o governo em ter novas despesas no próximo ano.

ícone da bandeira do Brasil.

As despesas obrigatórias em 2022 devem ter um crescimento de R$ 105,2 bilhões, segundo o governo.

ícone da bandeira Uniao Europeia

Na Europa, em junho, a confiança das empresas fizeram com que as bolsas se animassem.

ícone dos EUA

O andamento da vacinação contra a covid-19 nos EUA está fazendo com que a melhora da economia seja acima do esperado.

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