Minuto Mercado

SEMANA COM IPCA E ATA DO FED E FERIADOS NOS EUA E BRASIL

DÓLAR ABRE A R$ 5.0509. Ficam no radar dos investidores as denúncias de envolvimento irregular na compra da Covaxin pelo governo federal em semana de feriados, hoje nos EUA e na sexta em São Paulo – que devem deixar a liquidez reduzida. Nos próximos dias, sairão dados e eventos importantes que darão a noção de como anda a retomada econômica. No Brasil, tem IPCA de junho e as vendas do varejo de maio. Nos EUA, a ata do FED, na quarta-feira. E o esperado encontro do G-20 na sexta-feira. 

Os mercados internacionais dão sinais a riscos moderados e hoje os EUA estará de fora por causa do feriado, enquanto ficam de olho nos resultados de dados de atividade na Europa e na China. As discussões de produtores de petróleo da Opep+ vão ser retomadas hoje, desde a semana passada não encontram um consenso sobre seus planos de oferta para este e o próximo ano.

No fim de semana, houve manifestos aqui e no mundo pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Há indícios de que a Covaxin foi comprada por um valor 50% mais alto do que o valor inicial proposto. A CPI da covid-19 investigará as negociações realizadas entre o Ministério da Saúde e as empresas Bharat Biotech, a fabricante indiana, e Precisa Medicamentos, a intermediária brasileira para ter certeza do ocorrido. Estas questões políticas devem deixar o investidor com receio, principalmente o do mercado cambial e o de juros, devido a estas questões impactarem a agenda de reformas. As discussões sobre a reforma tributária seguem no radar e espera-se que a votação das alterações no IR sejam feitas o quanto antes. No câmbio especificamente, a moeda americana havia tocado a mínima de R$ 4,9881 mais cedo. Porém, a turbulência em Brasília descolou o comportamento do câmbio do mercado externo e o dólar fechou em leve alta (+0,16%), cotado a R$ 5,0533. Terminou a semana com valorização acumulada de 2,34%, pesando mais o contexto local do que o alívio externo.

O governo direcionou mais de R$ 2 bilhões de "orçamento secreto" para a Saúde.  A maior liberação para esse tipo de recurso do Orçamento de 2021 e equivale a 26% dos R$ 7,8 bilhões destinados à pasta por emendas do relator-geral. Em meio às solicitações do Presidente Jair Bolsonaro a voltar com o voto impresso. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu as urnas eletrônicas e manifestou que confia na Justiça eleitora e não vê indícios de fraudes em eleições.

 

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